Com a 3ª morte por gripe confirmada em Londrina procura pela vacina aumenta
No último sábado a Policlínica atendeu toda a população com 8 mil doses que haviam sobrado da campanha de imunização.
Depois de confirmações de morte por gripe aumentar a cada semana, a procura pela imunização também cresceu.
Durante a campanha não houve alardes da doença e a população estava mais tranquila.
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou no último boletim da gripe que, só neste ano já foram registrados 2.243 casos da doença, sendo que 14% foram identificados com o vírus Influenza A. Ou seja, 314 pessoas contraíram gripe A no estado neste primeiro semestre. Até o momento, 39 morreram por causa da doença.
Aqui na 17ª Regional de Saúde, foram registrados 22 casos confirmados, sendo que cinco pessoas já morreram. Uma em Ibiporã, uma em Florestópolis e três em Londrina.
Em Londrina, mais de 11 mil pessoas tomaram a vacina contra a gripe no sábado dia 30 de junho, quando foram disponibilizadas quase 20 mil doses em Londrina para toda a população. Mesmo assim, sobraram outras oito mil vacinas, essas foram aplicadas no último sábado.
De acordo com a coordenadora de imunizações, Sônia Fernandes, com os resultados aparecendo a população fica temerosa e acaba se preocupando mais com as vacinas.
No primeiro dia da vacina aberta à toda população, A fila nos dois pontos de vacinação era gigante e as pessoas aguardaram mais de uma hora para tomar a vacina disponível ao público em geral. Mas no último sábado as pessoas nem esperavam na fila, o tempo máximo de espera foi de 15 minutos.
A dona de casa, Giovana Gonçalves de Oliveira, veio com o filho de 12 anos de idade, moradora da região leste, ela e o filho não estavam no grupo de risco e hoje decidiram tomar a vacina, só não sabiam que seria tão rápido.
Alan Lucas, morador da região sul, estava entre as pessoas do grupo de risco, mas admite ter sido relapso e perder o prazo, hoje conseguiu ser imunizado.
O atendimento foi realizado, no último sábado, somente na Policlínica Municipal, das 8h às 18h.
A única restrição, segundo a secretaria de saúde, é com relação a pessoas alérgicas a ovo. Nesses casos, não se recomenda a imunização.