Após mais de dois anos de impasse, prefeitura escolhe empresa para reformar pontes no Lago Igapó II.
Estruturas de madeira seguem interditadas e devem ser trocadas por passarelas metálicas e de concreto. Município analisa documentos apresentados pelas interessadas e a escolhida terá oito meses para executar os trabalhos.
A Prefeitura de Londrina iniciou, nesta segunda-feira (20), a última fase do processo de licitação que prevê a reconstrução das pontes de madeira do Lago Igapó II. As três estruturas estão interditadas desde maio de 2024, após laudo da Defesa Civil, e, desde então, aguardam por melhorias. O risco de desabamento é grande. Nesse meio tempo, o município precisou elaborar os projetos para a execução das obras e trabalhar na captação de recursos, junto ao Governo do Estado, para a realização do serviço.
A licitação, com valor máximo de R$ 2,6 milhões, foi lançada oficialmente no mês passado e, nesta segunda, a Secretaria de Gestão Pública abriu os envelopes com as propostas das empresas interessadas. Treze terceirizadas apresentaram propostas. Ganha o certame a empresa que aceitar o serviço pelo menor valor. Além disso, ela vai precisar estar em dia com toda a documentação exigida em edital. De acordo com o secretário de Gestão Pública, Sergio Willian Costa Becher, nessa fase final, as equipes da Gestão vão julgar os documentos de habilitação fiscal, técnica e jurídica das empresas, além do acervo técnico e operacional. Ou seja, a interessada precisa demonstrar, já durante o certame, que tem condições de realizar o serviço.
O resultado da licitação deve sair ainda este mês. A vencedora terá, a partir da assinatura da ordem de serviço, oito meses para realizar as obras. Ou seja, mesmo que não haja atrasos, as novas passarelas só ficarão prontas no ano que vem. A ideia da prefeitura é substituir as antigas estruturas de madeira por pontes metálicas e de concreto. Elas ficam entre as ruas Joaquim de Matos Barreto e Bento Munhoz da Rocha Neto, na região do rotatória com a avenida Ayrton Senna. Enquanto o trabalho não é executado, os trechos vão continuar interditados.