TERCA, 13/02/2018, 17:51

Prefeitura vai fazer TAC com empresa de Londrina para reconstrução das pontes de madeira do Lago Igapó

As travessias estão comprometidas e precisam ser refeitas.

As más condições das pontes de madeira na extensão do Lago Igapó são alvos de reclamações constantes, principalmente dos pedestres que freqüentam o espaço. Mas, não há previsão de quando elas serão reparadas pela prefeitura. Segundo o Secretário Municipal de Obras, João Verçosa, a intenção era fazer os reparos por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Ou seja, um acordo com o Hospital do Coraçãozinho, que construiu um heliponto, que está um metro acima da medida permitida pela lei. Para regularizar a situação, o hospital daria uma contrapartida, que seriam essas obras de reconstrução.

Segundo o Secretário, o trâmite é burocrático, e envolve mais órgãos, além da prefeitura, inclusive o Ministério Público. Sendo assim, o município não sabe quando isso deve acontecer.

De acordo com Verçosa, a intenção da prefeitura é duplicar a avenida Faria Lima, principalmente na altura do Lago Igapó. A obra vai melhorar o fluxo de veículos na região e resolver o problema de uma das pontes, que inclusive está interditada.

NOTA RETORNO DA EMPRESA

A empresa responsável pela obra do hospital, o que inclui o heliponto, entrou em contato com a nossa reportagem e afirmou que a pista está a 1 metro acima do permitido em lei, embora os projetos tenham passado pelo Ippul, Conselho Municipal das Cidades e Secretaria de Obras. 

A proposta do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi feita e a empresa relata que já fez o orçamento de reconstrução das seis pontes do Lago Igapó e que o serviço custará em torno de R$ 100 mil. O Ministério Público já deu o parecer, passando para a procuradoria da prefeitura o aval para o TAC.

Segundo a empresa, ela aguarda um posicionamento da prefeitura para assinatura do Termo Ajustamento de Conduta.

O heliponto de Londrina é mais moderno do sul do país. Atende aeronaves públicas, que podem pousar na pista e por meio de uma moderna estrutura, o paciente pode ser levado diretamente para o UTI do hospital ou para o subsolo, e ter acesso fácil a ambulâncias para remoção.

 

Por Claudia Lima

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