QUARTA, 27/05/2026, 11:28

Londrina tem mudanças no setor defensivo com retorno de Caio e ausência de Wallace

O setor se tornou um dos desafios para o técnico Rogério Micale no seu início de trabalho no Tubarão

O setor defensivo da equipe tem sido um dos desafios do técnico Rogério Micale na sua chegada ao Tubarão. O técnico enfrenta desfalques e há três jogos não tem disponível a dupla de zaga que iniciou a temporada na titularidade, com Wallace e Yago Lincoln.

O zagueiro Wallace, capitão e referência no setor, segue fora desde a partida diante do Operário, quando levou uma pancada em campo e saiu no intervalo. O defensor sofreu uma fissura na fíbula e segue em tratamento.

Gabriel Lacerda assumiu a titularidade nas últimas duas partidas, ao lado do zagueiro Caio, que retornou aos gramados 10 meses após uma lesão grave no joelho.

O jovem defensor de 21 anos foi uma das revelações da última temporada pelo Tubarão, e conquistou a titularidade ao lado de Wallace até sofrer lesão em julho do último ano, durante a disputa da Série C.

Para a continuidade do Brasileirão da Série B, a tendência é de que Micale volte a apostar no talento do zagueiro, e conte também com a opção de Yago Lincoln, outra revelação que chegou ao Londrina em 2025, e se firmou na titularidade ao lado de Wallace em 2026.

O lateral Kevyn é outro jogador que gera preocupação. Ele não atua há mais de um mês por uma lesão muscular de grau 3 na coxa.

Diante dos desafios para a escalação titular, Micale disse que quer contar com todo o elenco e inclusive vem observando os jogadores da base. O Tubarãozinho foi campeão do Paranaense sub-20 da segunda divisão no último fim de semana.

Wallace e Kevyn seguem como desfalques prováveis para a partida da 11ª primeira rodada do Brasileirão da Série B no próximo domingo, às 11h, no Vitorino Gonçalves Dias (VGD) diante do Vila Nova.

O Tubarão precisa voltar a vencer para tentar fugir da zona de rebaixamento.

Os ingressos estão à venda por R$ 70 para arquibancada, R$ 50 para a curva, e entre R$ 120 e R$ 160 para os demais setores.

Por Fernando Bianchi

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