QUARTA, 26/08/2026, 09:14

Professora é agredida por aluno de 14 anos em escola na zona norte

Estudante xingou a docente e deu diversos socos no rosto dela. Caso é investigado pela polícia e acompanhado pelo Núcleo Regional de Educação

Uma professora ficou ferida depois de ser agredida por um aluno de 14 anos, dentro de uma sala de aula, no Colégio Estadual Cívico-Militar Monsenhor Josemaria Escriva, no jardim Pacaembu, na zona norte de Londrina, durante a tarde de segunda-feira (24). O caso veio à tona nessa terça (25), depois de a docente ir até o Instituto Médico Legal (IML) fazer um exame de corpo de delito.

De acordo com o relato da professora, o aluno se trancou com ela na sala de aula depois de ser impedido de ir ao banheiro. O adolescente teria quebrado a chave no trinco da porta, xingado a docente e a agredido com cerca de dez socos no rosto. Os óculos da mulher quebraram durante o ataque e ela sofreu um corte na sobrancelha. Desesperada, logo após ser agredida, a professora enviou uma mensagem às colegas pedindo ajuda.

A polícia foi até a escola e a professora registrou um boletim de ocorrência. A docente trabalha na área há mais de 20 anos. Ela leciona português, redação e leitura e atua na unidade, por meio de Processo Seletivo Simplificado (PSS), há menos de um mês. A mulher recebeu atendimento médico e pegou cinco dias de atestado. Não se sabe se o aluno envolvido na confusão foi suspenso.

Em nota, o Núcleo Regional de Educação (NRE) de Londrina informou que, assim que tomou conhecimento do caso envolvendo a agressão à professora, as autoridades competentes foram acionadas. O órgão confirmou que foi registrado um boletim de ocorrência e que a profissional recebeu atendimento médico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), "sendo afastada das atividades conforme atestado médico" depois do episódio.

Ainda conforme a nota, a "equipe escolar seguiu os procedimentos necessários e o NRE de Londrina acompanha o caso, prestando o suporte necessário à comunidade escolar e adotando as medidas cabíveis".

Por Guilherme Batista

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