Governo do Estado vai construir clínicas de fisioterapia em 14 cidades da região
Com investimento de R$ 112,9 milhões para 85 municípios, projeto prevê unidades padronizadas para ampliar atendimentos de reabilitação
A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) desenvolveu um projeto padrão para a construção de clínicas de fisioterapia em municípios paranaenses. A proposta tem como objetivo ampliar e qualificar os atendimentos de reabilitação oferecidos pelo SUS, além de agilizar o processo de implantação das unidades. Ao todo, 85 projetos em 85 cidades já foram habilitados, somando R$ 112,9 milhões em investimentos do Governo do Estado. Destes, 14 estão distribuídos nas regiões Norte e Norte Pioneiro:
- Alvorada do Sul;
- Bela Vista do Paraíso;
- Cornélio Procópio;
- Florestópolis;
- Guaraci;
- Ibaiti;
- Nova América da Colina;
- Porecatu;
- Prado Ferreira;
- Primeiro de Maio;
- Quatiguá;
- Ribeirão Claro;
- Ribeirão do Pinhal;
- Uraí.
Parte dos projetos ainda está em fase de envio de documentação pelas prefeituras, enquanto a outra segue em análise técnica. A padronização das unidades busca facilitar o andamento dos processos, reduzindo o tempo necessário para licitação, contratação e execução das obras.
O projeto prevê dois modelos de clínicas. O Fisiocentro Porte I terá área construída de 352,69 metros quadrados, com investimento de R$ 1,9 milhão por unidade. Quatro projetos desse porte já foram habilitados. Já o Fisiocentro Porte II contará com 186,67 metros quadrados e investimento de R$ 1,3 milhão, com 81 unidades aprovadas.
As clínicas terão espaços voltados à reabilitação física e fortalecimento muscular, incluindo salas de cinesioterapia e mecanoterapia, consultórios para atendimentos individualizados, vestiários, sanitários, áreas administrativas, copa e almoxarifado. Os ambientes foram planejados para garantir acessibilidade e melhores condições de atendimento aos pacientes.
O projeto também prevê jardins sensoriais, com estímulos visuais, táteis e olfativos voltados ao bem-estar dos usuários, além de espaços para Atividades de Vida Diária (AVD). Nessas áreas, os pacientes poderão treinar tarefas da rotina, como cozinhar, se vestir e realizar atividades domésticas, contribuindo para a recuperação da autonomia e da independência funcional.