QUINTA, 23/07/2026, 17:09

Leilão da prefeitura tem ambulância a R$ 25 mil e Fiat Uno a R$ 10 mil

São veículos baixados e considerados sem utilidade pelo poder público, que, por meio da venda dos itens, quer esvaziar barracões do antigo IBC. Valor total do leilão gira em torno dos R$ 300 mil e lances já estão abertos

Já estão abertos os lances do segundo leilão da Prefeitura de Londrina relacionado aos chamados itens inservíveis que continuam superlotando os barracões do antigo IBC, na zona oeste da cidade. Em setembro do ano passado, o município conseguiu comercializar 76 dos 115 lotes previstos e lucrar, com isso, cerca de R$ 1,4 milhão. O segundo leilão tem escopo menor e valor máximo de R$ 297.561,00. Estão sendo leiloados 15 veículos baixados e lotes de sucatas de materiais diversos, como cadeiras, armários, impressoras e monitores. Em relação às sucatas, os valores iniciais variam entre R$ 60 e R$ 800.

Já em relação aos veículos, os lances vão de R$ 9 mil a quase R$ 50 mil. Há disponíveis, por exemplo, ambulâncias, ano 2010, a R$ 25 mil. Encontramos também um Fiat Uno, ano 2014, com motor desmontado, com lance mínimo de R$ 10 mil. Pesquisamos ainda uma Ford F1000, ano 1995, a R$ 38 mil, e um caminhão Iveco, ano 2002, com lance inicial de R$ 9 mil. Todos os itens já podem ser conferidos no site da leiloeira contratada pela prefeitura, que é o nakakogueleiloes.com.br.

Quem tiver interesse em checar os itens de perto poderá fazê-lo entre os dias 4 e 7 de agosto, das 9h às 11h30 e das 13h às 16h, nos barracões do antigo IBC, que ficam na avenida Fernando Cerqueira César Coimbra, número 430, no Cilo III. O secretário de Gestão Pública, Sergio Willian Becher, disse que o leilão é eletrônico e que os lances poderão ser realizados, via internet, até o dia 11 de agosto, quando haverá a análise dos valores e a abertura da sessão.

Ele reiterou que, por meio dos leilões, o município pretende cumprir o compromisso de limpar e regularizar os galpões do IBC. O almoxarifado passou por uma auditoria no início do ano passado, quando ficou constatado que o acondicionamento dos itens era feito de forma precária. De lá para cá, o município reorganizou o espaço e tem realizado os leilões para se livrar do material remanescente.

Por Guilherme Batista

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