Secretarias de Saúde resolvem equívoco envolvendo nome de londrinense, e ele é liberado para tomar a segunda dose da vacina contra o coronavírus
Confusão teve início quando um homônimo de seo Adilson se vacinou em Arapongas no lugar dele. Municípios tiveram que corrigir lançamento em sistema nacional, e ele, que chegou a procurar a polícia por conta do problema, pôde se vacinar neste domingo.
O porteiro Adilson Ferreira de Souza, de 56 anos, que procurou a polícia na última semana após ser impedido de se vacinar contra o coronavírus em Londrina, conseguiu, enfim, se imunizar contra a doença. Ele recebeu a segunda dose na manhã deste domingo (10), no CCI da zona norte da cidade.
O problema, que chegou a ser tratado como uma suposta fraude pela polícia, não passou, na verdade, de um grande mal-entendido. Tudo começou em agosto, quando um homônimo de seo Adilson, ou seja, que tem os mesmos nome e sobrenome dele, se vacinou em Arapongas contra a Covid. Em setembro, o londrinense procurou a imunização aqui na cidade, mas recebeu a informação de que os dados dele já tinham sido utilizados, e que nada poderia ser feito.
Na época, a Secretaria de Saúde de Londrina também entrou em contato com Arapongas para informar sobre o problema, mas ele só se resolveu na última sexta-feira, quando a polícia e a imprensa entraram na história.
As secretarias conseguiram corrigir o equívoco, retirando do sistema nacional de vacinação os dados de seo Adilson, e, assim, ele foi liberado para se vacinar.
Em um vídeo gravado após tomar a segunda dose, o porteiro disse ter ficado bastante aliviado com o desfecho do caso.