Estrutura de Saúde de Londrina pode voltar ao funcionamento normal, como antes da pandemia, a partir do mês de maio
Segundo secretário Felippe Machado, mudanças só serão realizadas caso dados confirmem melhora no cenário epidemiológico.
Com queda nos índices relacionados à pandemia do coronavírus em Londrina, a Secretaria de Saúde começa a se preparar para novas mudanças na estrutura da rede municipal. Ao longo dos últimos meses, a pasta possibilitou a retomada dos atendimentos primários em Unidades Básicas de Saúde, como da Vila Ricardo, Guanabara e Chefe Newton.
Além disso, algumas das salas de vacinação, que até então atuavam na campanha de imunização contra o coronavírus, também retornaram ao funcionamento normal, em março. Como é o caso das UBS’s Alvorada e Eldorado.
Já nesta segunda-feira (4), de acordo com a programação apresentada pela Secretaria Municipal de Saúde, a unidade Vila Casoni vai deixar de ser referência para síndromes respiratórias, em Londrina, e volta aos serviços regulares.
Com isso, apenas a Unidade de Pronto Atendimento do Jardim Sabará segue funcionando para casos da Covid-19, na cidade. No entanto, a expectativa, segundo Felippe Machado, secretário municipal de Saúde, é que a partir do mês de maio, a UPA também retome às atividades normalmente.
O mesmo valeria para o Centro de Convivência do Idoso, na Zona Norte, que desde o início da campanha de imunização contra o coronavírus, atua como a principal sala de vacinação do município.
Caso a mudança na rede de atendimentos venha se concretizar, a perspectiva, em um primeiro momento, é que os londrinenses com algum sintoma relacionado à Covid-19 busquem uma Unidade Básica de Saúde e continuem seguindo as orientações relacionadas aos cuidados de prevenção.
Machado destaca ainda que a adesão da população à vacinação contra o coronavírus é fundamental para que a normalização dos serviços de Saúde seja feita. Além disso, ele reforça que as medidas só serão aplicadas caso os dados confirmem o cenário de melhora na situação epidemiológica do município.
De acordo com um levantamento recente, realizado pela Secretaria de Saúde, cerca de 25% dos londrinenses aptos a receberem a terceira dose anti-covid ainda não tinham agendado a aplicação do imunizante.