17ª Regional de Saúde não registra casos de febre amarela em 2020
Mas, a prevenção ao mosquito, que também transmite a dengue, deve ser mantida. Casos de macacos infectados com o vírus foram registrados em cidades próximas
No último boletim da febre amarela, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) o número de macacos mortos pela doença, de julho do ano passado até o fim de janeiro, chega a 46. O Paraná não tem confirmações em humanos. Ao todo, foram 67 notificações no estado e 51 descartados. Dezesseis casos seguem em investigação pela Sesa. Aqui na região, nenhuma notificação foi registrada de julho de 2019 a janeiro de 2020, como destaca a chefe da 17ª Regional de Saúde, Lucia Lopes. Mas, isso não deixa a população tranquila.
Em março do ano passado, uma pessoa, que tinha se vacinado, morreu por conta da febre amarela no Paraná. É uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos infectados.
A vacina é indicada para crianças a partir dos nove meses com reforço aos quatro anos e adultos até os 59 anos. Ela está disponível nos postos de saúde, mas não é recomendada para gestantes, mulheres que amamentam crianças até nove meses de idade, adultos maiores de 60 anos e pessoas com alergia grave a ovo.
Os sintomas iniciais são febre com calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza. É importante destacar que os macacos não transmitem a doença. Eles também são infectados pela picada do mosquito e se transformam em sentinelas para alerta em regiões onde o vírus da febre amarela está circulando.